Grupo arrecada alimentos e produtos de higiene para a população carente do Nordeste de Amaralina

Fotos: Projeto Doe/Divulgação

Diante dos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus, um grupo de voluntários, intitulado “Projeto Doe”, decidiu unir esforços para arrecadar alimentos e produtos de higiene e limpeza para a população carente do complexo de bairros do Nordeste de Amaralina.

O processo de arrecadação dos donativos conta com o auxílio de amigos e apoiadores que contribuem com as campanhas realizadas através das redes sociais. De acordo com Luís Brasil, um dos voluntários do projeto, a ação solidária existe há cinco meses e busca apoiar a população em estado de vulnerabilidade social . “Com as doações, já apoiamos profissionais informais de várias categorias. Pessoas que integram associações em defesa das comunidades vulneráveis, preferencialmente idosos, membros de associações de reciclagem, grupo de mães do comércio informal do Parque da Cidade, artistas noturnos, entre outros”, conta.

Segundo Luís, a busca por alternativas assistenciais, destinadas aos trabalhadores impactados pelo cenário de pandemia, está entre os fatores que motivaram a formação da corrente de solidariedade. “Por entender que a luta contra essa pandemia será longa, resolvemos buscar essa ajuda emergencial antes dos auxílios governamentais que, até hoje, muitos enfrentam dificuldades para receber ou foram negados”, explica.

Para Maurício Carvalho, comunicólogo e voluntário do Projeto Doe, o panorama social estabelecido nos últimos meses é responsável por promover reflexões. “Esse momento que estamos vivenciando com a pandemia veio para nos levar a reflexão de praticarmos a empatia”, afirma.

Considerando as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e demais órgãos competentes, as entregas dos produtos doados pelo grupo são realizadas na própria casa do beneficiado, evitando aglomerações. Para contribuir com as ações, basta entrar em contato com o projeto através das redes sociais.

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Gabriela Araújo
Estudante de jornalismo e criadora de conteúdo digital. Acredita na ressignificação das coisas como ponto de partida para a evolução coletiva e pessoal.