Complexo de bairros do Nordeste de Amaralina é beneficiado por ações da CUFA

Fotos: Reprodução/Instagram

Em cinco meses de atuação no Nordeste de Amaralina, a CUFA (Central Única das Favelas) já beneficiou, de acordo com dados do projeto, cerca de 500 famílias em situação de vulnerabilidade social. Distribuição de cestas básicas, vale-alimentação, botijões de gás e marmitas estão entre as ações promovidas pela organização.

De acordo com Juca Ribeiro, coordenador da CUFA Nordeste de Amaralina, as ações do núcleo são realizadas desde abril deste ano e buscam, nesse momento, amenizar os impactos sociais e econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus. “Muita gente, trabalhadores informais, ambulantes, pessoas que viviam na feira, em pequenos negócios, realmente estão em grandes dificuldades. A gente tem feito as ações para amenizar essa calamidade pública, para tentar manter as pessoas, pelo menos, com alimento em casa”, explica.

No Nordeste de Amaralina, aproximadamente dez voluntários participam das ações realizadas com o apoio de empresas e pessoas físicas. Segundo Juca, além das atividades assistencialistas de apoio às famílias carentes das comunidades, o grupo também é responsável por promover a conscientização das pessoas sobre os cuidados necessários para conter o avanço da pandemia. “Nas nossas campanhas, a gente sempre sugere que as pessoas estejam de máscara. A gente só faz a doação se a pessoa estiver com a máscara, evitando sempre o contato, a aglomeração, tentando fazer um trabalho educativo para não existir uma proliferação do vírus da Covid-19”, conta.

A Central Única das Favelas é uma organização social presente nos 26 estados brasileiros, Distrito Federal e em países como Bolívia, Alemanha, Chile, Hungria, Itália e Estados Unidos. As doações depositadas na conta da CUFA são distribuídas para todos os núcleos da organização. Para contribuir com as ações da CUFA Nordeste de Amaralina, basta entrar em contato com a entidade através das redes sociais (@cufacomplexonordesteba).

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Gabriela Araújo
Estudante de jornalismo e criadora de conteúdo digital. Acredita na ressignificação das coisas como ponto de partida para a evolução coletiva e pessoal.