Boletim médico aponta melhora de Bolsonaro; sonda e dreno são retirados

Presidente segue em unidade semi-intensiva e não teve disfunções orgânicas, de acordo com os médicos

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Um dia depois de ter sido diagnosticado com pneumonia, o presidente Jair Bolsonaro retomou a atividade de despachos: conversou com o vice-presidente Hamilton Mourão por telefone, e recebeu um de seus ministros no quarto do hospital Albert Einstein, onde está internado há 12 dias.

Boletim médico divulgado nesta sexta-feira (8) diz que o presidente teve “boa evolução clínica nas últimas 24 horas, continua estável, afebril e sem dor”. O documento não trata da pneumonia, detectada na véspera, mas o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, confirmou que a infecção ainda permanece.

Bolsonaro segue em unidade semi-intensiva e não teve disfunções orgânicas, de acordo com os médicos. O boletim diz ainda que Bolsonaro retirou a sonda nasográstrica e o dreno, que foram colocados no fim de semana, após acúmulo de líquidos, respectivamente no estômago e na cavidade abdominal.

Na quinta, exames detectaram uma pneumonia provocada por bactérias, o que levou a um reforço no tratamento com antibióticos que Bolsonaro vem fazendo desde domingo (3), quando teve febre pela primeira vez.

“O dreno colocado no seu abdome, há quatro dias, foi retirado hoje pela equipe da radiologia intervencionista. Devido à melhora do quadro intestinal e boa aceitação da dieta líquida, a sonda nasogástrica foi retirada. Permanece com os antibióticos e nutrição parenteral”, diz o boletim.

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Redação NES
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