#Artigo – Nova era para o turismo por Claudio Tinoco

Que a falta de um Centro de Convenções na cidade de Salvador tem dificultado muito o turismo na Bahia, desde o desabamento do equipamento do governo, todo mundo já sabe. No entanto, estamos cada vez mais próximos de colocar a capital baiana em um novo patamar do turismo de eventos no Brasil, e a nossa expectativa se volta para os novos tempos.

Fechamos o mês de setembro com 80% das obras do Centro de Convenções de Salvador (CCS) executadas e a perspectiva da sua inauguração ainda neste ano, no mês de dezembro, em uma celebração liderada pelo prefeito ACM Neto. A obra, por si só, já impacta no cenário da cidade, seja economicamente, seja se impondo à vista das pessoas que circulam pela orla da Boca do Rio.

Salvador já chegou a ocupar a terceira colocação no turismo de negócios no Brasil, quando sediou 27 eventos internacionais, em apenas um ano. No ano passado, caímos para nove eventos internacionais e fomos apenas o décimo destino mais visitado pelos turistas estrangeiros de negócios, eventos e convenções.

Para virar esse jogo, a prefeitura resolveu profissionalizar a operação do CCS e contratou a francesa GL Events, que já iniciou a promoção e comercialização do equipamento, garantindo uma programação de grandes eventos já para o ano de 2020.

A entrada em operação do CCS a partir de 2020 traz ganhos importantes para Salvador. Passamos a melhor enfrentar a sazonalidade no turismo na baixa e média estação, por exemplo, com a melhor ocupação dos hotéis e serviços associados aos eventos.

Para virar esse jogo, a prefeitura resolveu profissionalizar a operação do CCS e contratou a francesa GL Events, que já iniciou a promoção e comercialização do equipamento, garantindo uma programação de grandes eventos já para o ano de 2020.

A entrada em operação do CCS a partir de 2020 traz ganhos importantes para Salvador. Passamos a melhor enfrentar a sazonalidade no turismo na baixa e média estação, por exemplo, com a melhor ocupação dos hotéis e serviços associados aos eventos.

Setores como de hospedagem, alimentação, transporte, receptivo, montagem, produção e publicitário serão aquecidos e novos negócios e empregos serão criados, com um incremento de R$ 500 milhões por ano na movimentação econômica da cidade.

Importante ainda é Salvador voltar a sediar feiras, congressos e convenções que trazem o conhecimento científico, como na área médica, e o acesso à tecnologia e inovação para mais perto dos baianos. Sem falar no resgate da Bahia como palco de grandes encontros mundiais. O CCS vai nascendo e, com ele, uma nova era para o turismo de Salvador, que voltará a ter protagonismo no turismo de negócios no Brasil.

Claudio Tinoco é secretário municipal de Cultura e Turismo

Opiniões e conceitos expressos nos artigos são de responsabilidade dos autores

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Redação NES
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